A linha de pobreza é definida como 60% do rendimento mediano. No entanto, não basta saber quanto é que as pessoas recebem, mas também o que é que conseguem pagar com o seu rendimento.
Excelente como sempre. Estes artigos e explicações são muito necessários. O conceito de pobreza foi adulterado ao ponto do pobre cidadão de classe média baixa, que não vive miseravelmente, mas vive muito apertado, não saber que é pobre. E também há muita vergonha. Há dias li um artigo no jornal maio que falava do ressurgimento do escorbuto em França devido à malnutrição, que por sua vez se deveria à inflação e ao aumento do custo de vida. Em Portugal não sei se há casos de escorbuto, mas é evidente que aqui, atualmente, também é difícil ter uma alimentação variada e rica, até porque os produtos mais processados e menos saudáveis são os mais baratos, mas isto já seria outra discussão paralela. Quando já não há mais nada em que seja possível cortar, não resta outra alternativa: cortar na alimentação.
Obrigado! Para mim, o estudo sobre o impacto do custo de vida nos hábitos alimentares é um exemplo claro de que há coisas que estão a escapar se olharmos apenas para os indicadores estatísticos sem ter em conta o que não medem.
Muito bom!
Excelente como sempre. Estes artigos e explicações são muito necessários. O conceito de pobreza foi adulterado ao ponto do pobre cidadão de classe média baixa, que não vive miseravelmente, mas vive muito apertado, não saber que é pobre. E também há muita vergonha. Há dias li um artigo no jornal maio que falava do ressurgimento do escorbuto em França devido à malnutrição, que por sua vez se deveria à inflação e ao aumento do custo de vida. Em Portugal não sei se há casos de escorbuto, mas é evidente que aqui, atualmente, também é difícil ter uma alimentação variada e rica, até porque os produtos mais processados e menos saudáveis são os mais baratos, mas isto já seria outra discussão paralela. Quando já não há mais nada em que seja possível cortar, não resta outra alternativa: cortar na alimentação.
Obrigado! Para mim, o estudo sobre o impacto do custo de vida nos hábitos alimentares é um exemplo claro de que há coisas que estão a escapar se olharmos apenas para os indicadores estatísticos sem ter em conta o que não medem.